Assunto Geral: Conspiração
Assunto Específico (tema): A conspiração do mal!
Referência Bíblica: Mateus 26.1-5
Objetivo Geral: Evangelístico
Objetivo Específico: Mostrar aos presentes que a morte de Jesus foi planejada pelos líderes religiosos que não aprovavam sua mensagem.
Proposição (grande idéia): Os líderes religiosos conspiraram em sigilo para praticar um plano maldoso contra o Filho do Homem.
Introdução (captação)
Depois de entrar vitoriosamente em Jerusalém e proferir um discurso duro contra a soberba e a presunção dos líderes da religião judaica, uma reação maligna começou a surgir nos palácios da cidade. A intenção era abafar tudo que Jesus ensinou, difamando sua integridade e atacando sua reputação, o jogando contra o zelo dos bons costumes e da tradição religiosa.
Desenvolvimento
Na abordagem de Mateus a morte de Jesus não foi a sua glória, mas sua sina. Não foi motivo de prazer e sim de decepção pela rejeição à sua palavra. Sua morte foi uma tentativa fracassada de calar a sua voz. O leitor da narrativa fica atordoado ao ver na religião uma articulação tão maldosa a ponto de tirar uma vida, e o pior é que não era qualquer vida, mas a vida do Filho do Homem. Ao invés de tramarem sua morte os líderes religiosos deveriam se arrepender e seguir o caminho de vida que Jesus estava ensinando.
A conspiração contra a vida de Jesus não aconteceu nos guetos da cidade, não foi elaborada nos cantos do subúrbio, e sim, e infelizmente, no palácio do Sumo Sacerdote. Seu nome era Caifás e sua função era conduzir o povo de acordo com a vontade de Deus. Do palácio de Caifás só se esperava coisas boas, orações pelo povo e zelo pelos princípios espirituais mais sublimes.
Foi o amor a nós que levou Jesus a se manter fiel e entregar sua vida para que sua mensagem ficasse sustentada e nos salvar em nossa vã maneira de viver. O rompimento entre a religião e Ele serve para nos ensinar que não podemos nos comprometer com nenhum sistema, pois estes se corrompem facilmente. Apenas a Palavra de Deus nos conduz a caminhos eternos.
Conclusão (aplicação)
São discípulos de Jesus aqueles que verdadeiramente estão dispostos a colocar em prática tudo que Ele ensinou. Assim como Jesus enfrentou opositores, os discípulos de hoje terão que pagar algum tipo de preço se quiserem permanecer fiéis ao Evangelho. Em alguns casos a própria vida poderá ser ameaçada. É melhor sofrer e permanecer no caminho de Cristo do que escolher o conforto e participar das trevas que elaboram planos estratégicos para praticar a maldade e derramar o sangue inocente.
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