Assunto Geral: Ressurreição
Assunto Específico: A importância da ressurreição de Cristo!
Texto:1 Coríntios 15
Objetivo Geral: Consagração
Objetivo Específico: Fazer os ouvintes entender a necessidade da morte para a vida e para a ressurreição
Proposição: A ressurreição de Cristo é a base de nossa fé.
Introdução
A busca pela vida eterna é feita por todos os homens de todos os tempos. Francis Bacon, famoso alquimista do passado morreu ao ingerir uma dose letal de mercúrio, considerado na época como elixir da vida. Segundo a história, Ponce De Leon navegou buscando a fonte da juventude. Os faraós mandavam preservar os seus corpos buscando a vida eterna. Algumas pessoas mandaram congelar os seus corpos para no futuro alcançar a imortalidade pelo avanço da ciência. Até dieta dos 100 anos já inventaram.
Mas a vida eterna não está tão longe do homem. A vida eterna está em Cristo. Ele venceu a morte. Ressuscitou e todo aquele que vive e crê Nele tem a vida eterna.
1. A ressurreição de Cristo comprova a ressurreição dos mortos (v. 13)!
1.1. Se Cristo não ressuscitou os apóstolos mentiram (v. 15)
Podemos até viver por uma mentira, mas não podemos morrer por ela. Ninguém morreria por uma mentira, pois a vida é mais valiosa que uma mentira e menos valiosa do que a verdade. Os apóstolos deram suas vidas por esta mensagem. A mensagem dos apóstolos é verdadeira, a ponto de mulheres e crianças entregarem suas vidas no coliseu romano. O Deus verdadeiro, o Deus cuja mensagem é verdadeira é o Deus que homens, mulheres e crianças morreriam por ela voluntariamente.
1.2. Se Cristo não ressuscitou o pecado permanece (v. 17)
Neste caso, a regeneração do homem é uma utopia. Como explicar os fenômenos de conversão? Como explicar a mudança de comportamento que o novo nascido em Cristo demonstra em sua nova vida? Como explicar a transformação espiritual operada por Deus naqueles que começam um novo relacionamento com o Senhor baseado na graça? Como explicar a transformação do impulsivo Pedro no apóstolo das chaves? Como explicar a transformação do orgulhoso João no apóstolo do amor? Como explicar a transformação de um perseguidor implacável da igreja, no apóstolo dos gentios? Como explicar a minha transformação senão por uma transformação espiritual e verdadeira.
1.3. Se Cristo não ressuscitou todos os mortos pereceram (v. 18)
Se Cristo não ressuscitou todos que já morreram jamais poderão habitar na casa do Senhor. Todos que já passaram pela vida estão sofrendo a conseqüência pelo seu pecado. Adão e Eva não viram o cumprimento da promessa. Abraão não abençoou todas as famílias da terra. Moisés pereceu pela lei. Davi não tocará mais harpas. De nada adiantou as profecia de Isaías, Jeremias, Miquéias e Malaquias. Se Cristo não ressuscitou foi vã a fé de nossos antepassados, pais, avós, bisavós.
1.4. Se Cristo não ressuscitou nossa felicidade não é completa (v. 19)
De que adianta desfrutar de momentos de prazer nesta vida, momentos em família, com amigos, com irmãos, certos de que ela um dia terminará sem nenhuma esperança da continuação. É impossível se alegrar verdadeiramente se sabemos que um dia tudo que nós gostamos realmente nesta vida se acabará.
2. A ressurreição de Cristo foi a primeira de todas (v. 20)!
2.1. A ressurreição a partir de Cristo é tão certa como a morte a partir de Adão (v. 22)
A ressurreição é tão real e tão certa quanto a morte. A ressurreição não é uma invenção para satisfazer nossas mentes, porque a morte não é uma invenção para nos frear. A morte existe e a ressurreição também. É por isso que os crentes não devem temer a morte, porque ela não é o fim de nossa existência.
2.2. A ressurreição dos que são de Cristo se dará na sua vinda (v. 23)
Antes da ressurreição estão todos dormindo (v. 6). A vinda de Jesus será para reinar, destruir o mal (v. 25), dentre eles a morte (v. 26). Quando Cristo voltar voltaremos a viver, só que agora para a eternidade.
3. A ressurreição afeta a vida prática (v. 32)!
3.1. Se não há ressurreição não nos preocupemos com nossa sede de Deus (v. 29)
Se não há ressurreição não adianta buscar e temer a Deus. Se não há ressurreição é vã nossas orações, nossos louvores e nossas meditações da Bíblia. Se não há ressurreição não precisamos dizimar, ofertar, construir, pregar.
3.2. Se não há ressurreição nos entreguemos às nossas vontades (v. 32)
Se não há ressurreição faça o que quiser. Entregue-se às suas vontades, pois não existe um Deus que há de julgar os vivos e os mortos. Se não há ressurreição, não existe regra ética ou moral para se viver.
4. A ressurreição nos dará um corpo (v. 35)!
4.1. O corpo futuro está para nós como as árvores estão para a semente (v. 37)
Para a árvore nascer a semente tem que morrer (v. 36). O corpo ressuscitado que receberemos era um corpo maravilhoso. O corpo ressuscitado está para a arvore assim como este corpo está para uma semente. Mas para aquele corpo nascer, este corpo tem que morrer.
4.2. O corpo futuro será de incorruptível (v. 42)
Gloriososo, poderoso, espiritual (v. 42 a 44). Um corpo incapaz de sofrer qualquer corrupção, física, emocional e espiritual. Se ficamos encantados com este corpo pela sua potencialidades quanto mais ficaremos deslumbrados com o corpo incorruptível.
4.3. O corpo futuro será celestial (v. 47)
O corpo terreno foi feito para a terra, e o corpo celestial foi feito para o céu (v. 48). Será um corpo concreto, mas celestial. Sem necessidade de descansar, sem a necessidade de se alimentar, sem a necessidade de aprender. Seremos completa e eternamente fartos, cheios.
5. A ressurreição é a herança da vida (v. 50)!
5.1. Que nesta forma não podemos receber (v. 50)
Uns morrerão, outros verão a volta de Cristo, mas todos seremos transformados. Transformação instantânea, num abrir e fechar de olhos (v. 52). No soar da trombeta (v. 52).
5.2. Necessária para a imortalidade (v. 53)
É preciso por um fim a esta história para começar uma nova história. É preciso que a semente morra e seja sepultada para nascer a árvore. É preciso nos desfazermos deste corpo para recebermos um melhor.
5.3. Vitória sobre a morte (v. 55)
Aí sim a morte não terá acesso sobre nós. A morte morrerá e viveremos eternamente juntos com Deus. Não haverá pecado, não haverá tentações, não haverá agressões físicas ou verbais. Não haverá corrupção, nem assédio do trabalho. Não haverá nenhuma pressão sobre nós.
5.4. Mérito de Cristo (v. 57)
Graças a Cristo. Todas estas dádivas devemos a Cristo que morreu na cruz pagando o preço pelos nossos pecados e ressuscitou garantindo nossa vida. “Por Ele, por meio Dele e para Ele são todas as coisas, Glória pois a Ele eternamente amém” (Rm 11.36). Cantaremos Digno é o Cordeiro. Cabe-nos desejar o desejou João ao ver toda esta Glória “Ora vem Senhor Jesus” (Ap 22.22).
Conclusão
Concluímos que nossa vida não é vã, nem mesmo a fé e nem a obra do Senhor. Diante disso devemos ser firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, pois o nosso trabalho não é vão (1 Cor 15.58).
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